mídias virgens & condessa buffet

nuvenzinha, somatório de vigores, sementério de notícias, melancoriza e dengo

Nadar é pensar em nada

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A música Chuvas de Verão, famosa na voz de José Augusto e já citada por aqui, é a única música do mundo que consegue ser uma síntese de metáforas com fenônomenos naturais, termos metereológicos e aula de biologia.

Sem contar a ambientação sonora com barulho de trovão e grilos. Poderia perfeitamente ser uma novela de rádio.

Acredito que não seja tão cênica só por se chamar Chuvas de Verão, pois a música homônima de Fernando Lobo demandou menos esforço para esclarecer que se tratava de coisa passageira.

Talvez a de José Augusto seja mais complexa porque não trata só de “um amor chuva de verão”, trata de “um amor de primavera em chuvas de verão”. É outra elaboração, mais complexa.

Vejamos:

Veio feito nuvem/ Numa ventania/

(…)

Sentimento alado/ Senti minar na pele/ Transpirar de leve

(…)

Revirei teu pólos/ Relâmpago e viril/

Rajada de vento/ Em beijos turbulentos seduziu

REFRÃO:
Navegar teus sonhos
Regar teus sentimentos
Orvalho de amor
Flor de pensamento
Iê Iê

Nuvem passageira
Inverno de paixão
Amor de primavera
Em chuvas de verão.

::

Papo de Guiness Book.

Written by bb

April 9, 2010 at 4:09 pm

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