mídias virgens & condessa buffet

nuvenzinha, somatório de vigores, sementério de notícias, melancoriza e dengo

Archive for January 2009

with one comment

q

Advertisements

Written by bb

January 30, 2009 at 8:08 pm

Posted in péloras

Saracura

with 2 comments

Peço licença pra minha Portela querida, mas não há como não ser feliz num ensaio da Vai-Vai.

Não recomendo ninguém ir porque vai encher mais.

E a dúvida da Associação da Terceira Idade do Centro persiste: o que será que significa GLOBALIZAÇÃO MICROBIANA?

Written by bb

January 29, 2009 at 7:20 pm

Posted in instruindo o psit

Mimosa

with 7 comments

Os pesquisadores mais engraçados são os britânicos. Às vezes acho que nos centros de pesquisa britânicos – você já visitou um? – rola muita galhofa. Vários malucos pensando o dia inteiro “vamos inventar um tema bem babaca pra gente pesquisar e depois vamos arranjar uma resposta bem babaca para dar.”

Mas hoje a Luana me passou o link de uma interessante, mas não menos engraçada: “Vacas dão mais leite quando ganham nome”

Quer criar vacas leiteiras muito produtivas? É tudo uma questão de toque pessoal, afirma uma pesquisa britânica. (…) a produção de leite das bovinas pode ser 260 litros mais alta por ano, em média, se seus donos derem um nome aos animais e os tratarem como indivíduos.

Tirando o “toque pessoal”, expressão abominável, acredito e duvido. Penso na neurolingüística e na psicanálise, mas não consigo evoluir sobre que nomes daria pras minhas vacas. Acho que quando você dá nome a uma coisa você estabelece um poder sobre ela. Não sei quem foi que disse isso, mas eu concordo.

E funciona. Nomear é muito sério. A mesma regra serve para os apelidos. Nunca dês um nome em vão! É preciso batuta. O preocupante é que a questão do anonimato já chegou nas vacas, uma vaca-indivíduo produz mais que uma vaca indigente? Valeria um verbete na Britannica?

Só gostaria de saber se o nome, sua origem e/ou força também alteram, de alguma forma, no processo produtivo da vaca. Digo, se eu chamar minha vaca de Constança, ela vai ter mais VIGOR NAS TETAS do que se eu chamá-la de, por exemplo, Leci, que é um nome pouco expressivo?

Pensemos.

Written by bb

January 28, 2009 at 1:17 pm

Posted in instruindo o psit

Acervo Insano do Humor Mongol

leave a comment »

myphoto6

Adorava brincar disso na infância. Eu chamava de brincar de índio porque índio era a única referência que eu tinha para extravagâncias faciais.

Meu parceiro de assalto às goiabeiras e estilingue chamava de brincar de monstro. Mas sempre achei “brincar de mostro” muito vago.

Só muito mais tarde fomos descobrir que se tratava de body modification.

Salvei essa imagem de um link (que perdi numa faxina) passado pelo Saracura, mais conhecido no Arouche como Embaixador da Alegria.

Written by bb

January 26, 2009 at 7:14 pm

Posted in instruindo o psit

Rei Gisele

with 4 comments

Esse mundo tá mesmo sem graça.

Cada ano que passa o Rei Momo fica mais magro.

O desse ano de SP pesa 91 kg.

Palhaçada.

Written by bb

January 20, 2009 at 12:37 pm

Posted in instruindo o psit

with one comment

imagem1

O g1 tem essa palhaçada de botar os quadrinhos do Arnaldo em flash, mas a gente dá um comandshift4 e tá bonito.

Written by bb

January 15, 2009 at 7:12 pm

Pincenê

with 2 comments

(…)

Quem uma vez esteve diante deste enigma indecifrável da nossa própria natureza fica amedrontado, sentindo que o gérmen daquilo está depositado em nós e que por qualquer coisa ele nos invade, nos toma, nos esmaga e nos sepulta numa desesperadora compreensão inversa e absurda de nós mesmos, dos outros e do mundo.

(…)

Depois da missão de reler os modernistas em São Paulo – é muito diferente lê-los em outra cidade – e descobrir no meio da missão outros títulos que eu não conhecia ainda, como Contos Novos, do Mário de Andrade, dei início à missão dois: reler os livros que li no colégio por obrigação mas acabei curtindo.

Então, pra não desviar muito da linha da história, comecei pelos pré-modernistas. Ou melhor, pelo livro que o Lima Barreto, que já era modernista pra caralho antes de 22, me laçou e disse “me anota aí na tua lista dos mulatos loucos mais apaixonantes”: O Triste Fim de Policarpo Quaresma.

Não é a primeira vez que releio as anotações do Major Quaresma, gosto de ser invadida por aquela pureza e purismo delirantes. Sua gritante solidão, suas reflexões poéticas e ao mesmo tempo analíticas sobre tudo, sua fina visão de política, o humor, a atitude de estudar violão pra entender a modinha, mas, principalmente, sua ingenuidade.

Elegante, erudito, sonhador, cheio de toc, não cabe em lugar algum, em nenhum centro, idolatria ou subúrbio. Sem contar seu amor incondicional pela pátria, sentimento que eu nunca vi manifestado fora dos livros. Pensando bem, o Major poderia ter nascido na França. Mas aí, fatalmente, não teria metade da graça.

Written by bb

January 15, 2009 at 12:48 pm