O Maga botou no ar a apresentação que o Centro Educacional Futuro Incerto (vulgo, eu e ele) fez no Pecha Kucha Night SP.
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O Maga botou no ar a apresentação que o Centro Educacional Futuro Incerto (vulgo, eu e ele) fez no Pecha Kucha Night SP.
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Não curto a Rua Augusta do lado do Centro.
Aliás, rua ANGÚSTIA. Lugarzinho opressor.
Gosto mais dela nas músicas.
E, tirando alguns lugares, não gosto nem de andar por ali.
Não é nem pela sujeira e pela grande quantidade de adolescente feio e bêbado, é pelo clima, mesmo.
A Lapa, no Rio, é tão suja quanto a Augusta. Se bobear, mais.
Mas não tem aquele clima de arrastão com seqüestro e cativeiro.
Uma mulher ser atropelada a cinco passos do meu pé em plena Brigadeiro.
Antes das 10 da manhã, volta de feriado, o corpo preguiçando e de repente UMCORPOVOANDOGRITOSFREIOSCORRERIA.
Ela atravessou na frente do carro, levantou vôo, gritou, caiu, levantou e saiu andando limpando as calças.
O motorista parou de cara feia, naquelas de socorrer porque tinha muita gente olhando.
Ela parecia apenas assustada e com ralados, mas acho que vou continuar tremendo até domingo.
Sábado, depois da apresentação do Centro Educacional Futuro Incerto no Itaú Cultural, a Defogo me apresentou uma senhora que queria me conhecer:
- Bruna, você já conhece a Vovó Neuza?
- Oi, vovó, muito prazer!
- Querida, olha só: você é da familía Beber daqui de SP?
- Olha, vovó, se sou, não sei. Mas deve ser parente sim…
- É porque eu cresci com os Beber aqui, fomos muito amigos. Como assim você não os conhece?
- Não conheço, vovó. A origem da minha família é alemã, mas é da parte que migrou pra Itália e depois Brasil. Mais precisamente Minas e Rio. Sei que teve um primo que migrou pra cá, mas acho que foi nos anos 70.
- Ah, mas você tem que conhecer! Eu convivi muito com eles, tenho a história deles toda escrita.
- Sério, vovó, que legal! Eu quero ler. A senhora pode me mandar por correio?
- Eu te mando por email, minha filha. Qual é o seu e-mail?
- Vamos fazer melhor: toma aqui meu cartão e entra no meu blog. A gente troca umas figurinhas.
- Ah, é? A senhora tem um blog?
- Tenho, ué. Que cara de espanto é essa? Só porque sou velha não posso ter um blog?
- Hahahhaha claro que pode. Mas é sobre o que?
- Ah, não tem nada de temático não. É uma colcha de retalhos, escrevo o que eu to a fim.
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Vovó Neuza foi um anjo que caiu no meu fds. Ela, por incrível que pareça, existe, tem 78, um blog , as melhores histórias e um sorriso tão doce.
Da trilha d’ O Verão do Chibo, uma música que eu lembro da minha mãe.
Por gtalk:
- Filha, adorei aquela música que você me mandou, me deu uma emoção!
- É bonita, né?
- É linda! Me lembra sabe o quê?
- O quê?
- Aquele outro que me dá vontade de chorar. Como é mesmo o nome dele?
- Freddie Mercury.
- Não, garota, Freddie Mercury é do meu tempo, eu adoro também. Aquele outro que a gente ouvia no carro…que você falava que tinha nome de cachorro, mas que canta lindo!
- O Rufus!
- Esse mesmo! Aliás, aquele cd tá na minha bolsinha de cd do carro até hoje…
- Ah, ladrinha, fica com ele pra você :P
- Opa, obrigada!
- <3
- Que coraçãozinho lindo! Me ensina a fazer
- Aperta o sinal de menor e depois um 3
- >3
- Não, mãe, ao contrário
- <3
- Aeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
- Ai adorei <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3
El Tango, por Pablo Corral Vega
Para vivir se necesita de poesía. Me refiero a la licencia que concedemos al mundo de tocarnos, de transformarnos, de herirnos; de arrebatarnos, de elevarnos, de hundirnos; de rescatarnos, de exponernos, de arroparnos, de desnudarnos.
“Uno”, ese tango tan amado de Enrique Santos Discépolo, dice “Uno busca lleno de esperanzas el camino que los sueños prometieron a sus ansias… Sabe que la lucha es cruel y es mucha, pero lucha y se desangra por la fe que lo empecina. Uno va arrastrándose entre espinas y en su afán de dar su amor, sufre y se destroza hasta entender, que uno se ha quedado sin corazón. Precio de un castigo que uno entrega, por un beso que no llega, o un amor que lo engañó…”
Cuando se vive con poesía, se ponen en riesgo el corazón, los afectos, la paz. Se arriesgan la mente, la piel, los huesos.
(…)
Continue lendo o relato do Pablo no Nestra Mirada, um grupo de fotoperiodistas iberoamericanos do Ning. Esse trabalho, que virou vídeo, foi um projeto realizado para a National Geographic. Você pode ver lá.
Meu cartão postal favorito de SP é a embalagem da paçoca amor. Gosto mais pelo amor do que pela paçoca, que eu amo, mas odeio a palavra - a amor é bonita, mas não é das melhores. Toda vez que eu compro ou ganho, raramente como. Fico com ela mais pelo papel amarelo com um coração vermelho no centro e no meio dele escrito AMOR – SING’S em letras de poesia concreta. Dando um Google agora descobri que ela é um dos doces mais vendidos do Brasil, no ar há mais de 50 anos.
Prévia da apresentação do CENTRO EDUCACIONAL FUTURO INCERTO (cefi) & STUDIÔ no Pecha Kucha Night semana que vem no Itaú Cultural dentro da mostra EMOÇÃO ART.FICIAL 4.0 - EMERGÊNCIA.
A gente só se apresenta na terceira noite, dia 5 de julho [sábado], a partir das 18h30, porque o Maga ainda mora no Rio.
Digrassa e com amor.
Apareçam.
Tanto pessoas de profissões que exigem trânsito - taxistas, motoristas de ônibus, cobradores, motoristas de táxi - quanto pessoas de profissões que exigem vela – contadores, manicures, vigias noturnos, porteiros e intelectuais - em geral, fumam. Outras abusam do travessão e não sabem pontuar e fazer conta de dividir de dois algarismos no papel. Mas muita gente de todo tipo fuma no mundo e aparentemente não há nenhuma relação além da ansiedade, que é comum a todo mundo. Há palavras mundo demais por aí. E pedreiros, que em geral também fumam.