Archive for the ‘nutiças’ Category
dimodess

Obama de Caxía

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Agora é oficial: depois de grande mobilização dos amigos, família e leitores queridos, o didi vai levar essa pro Natal de Sanja.
Ganhei o Prêmio Quem e como pagamento vou pedir uma tarde de muitas aventuras num campo de paintball com a Donatella e a Flora.
Se segura, Caxía!
Plantinha
Poesia no Jardim da Filosofia é um misto de sarau, entrevista e debate. São 3 encontros que estabelecem um diálogo entre a arte poética e a reflexão filosófica, onde são discutidas as questões que estão no centro das obras dos poetas convidados e têm como tema o fazer poético.
Curadoria e mediação da poeta e filósofa Viviane Mosé.
Dia 02/12 – A palavra e os novos meios: os destinos da escrita, com Fabrício Carpinejar e Marcelo Montenegro;
Dia 09/12 – A poesia dos anos 70, destoando o coro dos contentes: e agora?, com Chacal e Ademir Assunção;
Dia 16/12 – A poesia da fala: o canto das coisas vivas, com Negra Li e Bruna Beber.
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Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado 112. Centro. São Paulo. Local: Cinema (70 lugares)
Terças – 02, 09 e 16 de dezembro – 19h30
Entrada franca – com retirada de senha no dia da sessão, a partir das 10h
Bonés
Finalmente o livro foi pra revisão reta-final da editora.
Depois de muito atraso em prol de um fatídicointeressante processo de gravar poema por poema pra ouvir o conjunto e cada um em sua solteirice.
Na paranóia de ouvir os poemas, você descobre muito sobre eles. Feiúras e belezas. E descobre também que nem todo poema precisa ser lido em voz alta.
E no meio dessa falação, o reescrevi inteiro, a mão e à máquina. E passei muitas dezenas de dias numerando e catalogando várias formas diferentes de dispor os poemas para contar a história.
Até que cheguei a uma seleção de três para escolher uma só, a final. E aí entra o momento em que você põe de lado toda técnica e maluquice aplicada pra sentir o que verdadeiramente deve ser feito.
Ele virou o extremoposto do resultado que julguei final um dia.
Mas agora tá na rua, libertado. E daqui a alguns meses impresso.
Seilá, segundo livro é estranho.
VIRA CULTURA
sexta agora, dia 28, vamos fazer uma leitura de poesia com música na livraria cultura da paulista.
eu, paulo scott, sergio mello, marcelino freire, flu, mauro dahmer, claudinei vieira, andré sant`anna e banda.
parte do evento VIRA CULTURA, que acontece das 9h do dia 28 até às 22h do dia 29.
ali no conjunto nacional, às 20h, digrassa.
tem várias coisas legais, a programação completa tá no site.
aprocheguem-se.
avioncito
dirigible de amor
mandé
on monday
morning
a alice morder
las hélices
de mi avioncito
ella sonrió astillada
de frío y viento
golpeándole la cara
pero prefirió aterrizar revoleando la falda
mostrando las bragas
a los que pasaban.
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Dirígivel do amor, um dos poemas do Balés, tão phöpho e esquisitinho em outra língua.
A tradução é da Tereza Arjón pra antologia espanhola de poesia brasileira contemporânea organizada pela Helô Buarque de Holanda – Otra línea de fuego – a ser lançada na Europa e América Latina no começo de 2009.
Só mulé, começa na Ana Cristina Cesar e vai até a Alice Sant’Anna.
PRÊMIO QUEM – LITERATURA
AS 7NOIVAS LANÇAM: AMADAMANTE
O. LIT. – ORQUESTRA LITERÁRIA
Como eu havia dito aqui, quarta e quinta agora tem TRANSFORMANCE* no Sesc Paulista às 21h digrassa.
* TRANSFORMANCE é um termo criado pela Sereia, minha musa blofa.
O Flávio Scott explicou melhor a proposta:
O. LIT. – ORQUESTRA LITERÁRIA em CONCERTO PARA VOZ & BASE ELETRÔNICA
(NA PROGRAMAÇÃO NA MOSTRA SESC DE ARTES 2008)
Projeto idealizado pelo escritor Paulo Scott, o “O. LIT. – ORQUESTRA LITERÁRIA”, consiste na pesquisa e seleção de textos de prosa e, sobretudo, de poesia, produzidos por autores brasileiros contemporâneos (como, por exemplo, Angélica Freitas, Antonio Cicero, Fabricio Carpinejar, Joca Reiners Terron, Mário Bortolotto, Marcelo Montenegro, Chacal, Cândido Rolim, Fabio Weintraub, Bruna Beber, Marcelino Freire, Fabrício Corsaletti, Xico Sá, Manoel Carlos Karam, Bruno Brum, Alice Sant’anna, Valério Oliveira, Ronaldo Bressane, Sergio Mello, Bruno Brum, Frank Jorge, Virna Teixeira), de modo a extrair trechos curtos do texto de um desses escritores (desde que não se descaracterize o seu estilo, a sua marca) para serem combinados com trechos extraídos de outros escritores e também a textos/fragmentos produzidos pelo próprio Paulo Scott especialmente para o projeto.
O resultado dessa combinação – desse concerto de proposições e origens variadas, está num conjunto de trinta e oito peças inéditas com duração de um a quatro minutos cada, executadas no palco por cinco pessoas: (a) Paulo Scott acumulando as funções de VJ e apresentador; (b) FLU (Flávio Santos), ex-baixista da banda Defalla, acumulando as funções de guitarra de ruído e distorções e teclado na execução de samplers e bases rítmicas; (c) Rodrigo Penna na leitura e execução de vozes pré-gravadas, mixando faixas com as vozes de alguns dos autores selecionados e gravações aleatórias realizadas em ambientes públicos; (d) Fernanda D’Umbra, leitura; (e) Simone Carvalho, leitura.
Há, como se pode constatar, proximidade com o processo de pesquisa e reordenação tradicionalmente executado pelos Disc Jockeys, que nas décadas de oitenta – segunda metade – e noventa do século XX alcançaram o status de compositores de músicas, renovando registros consagrados (e muitas vezes esquecidos), prestando-lhes homenagem e, por meio da combinação, criando uma peça inédita.
Mais do que uma amostra do que se produziu recentemente, no campo literário brasileiro, o O. LIT. é uma intervenção que busca evidenciar a qualidade da literatura brasileira, realçando o quanto é plausível misturá-la a outros meios, criando uma nova oralidade e uma nova relação entre as várias vozes desta geração de escritores nacionais.
Durante o espetáculo há projeções com imagens dos autores cujos trechos de textos foram selecionados e serviram para aquela peça especifica (a que está sendo executada naquele momento); haverá também palavras, frases e outras combinações gráficas – são dois projetores se alternando sobre a mesma tela (num esquema de mixagem também visual).
A intervenção denominada “Concerto Literário para Voz & Base Eletrônica”, que dura aproximadamente 45 (quarenta e cinco) minutos, estreará na Mostra SESC São Paulo de Artes 2008, nos dias 15 e 16 de outubro, 21 horas, no 15º andar do SESC Avenida Paulista (Avenida Paulista nº 119). Na abertura, a participação especial de João Gilberto Noll, que fará leitura de trecho de sua obra recente. Nos dois intervalos da intervenção, haverá as participações de Michel Laub, dia 15, Verônica Stigger, dia 16, Índigo, dia 15, e Tony Monti, dia 16.
RAPIDONAS
Matéria do Terra sobre a publicação do primeiro livro: eu + emilio fraia + vanessa bárbara + carol bensimon falamos sobre o calvário. Descurto o termo “geração internet”, a internet é só um meio. Principalmente de divulgação. E só.
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O Portal Literal finalmente botou no ar o vídeo que gravou no dia do lançamento da Ás de Colete (CosacNaify/7Letras) em janeiro de 2007, no Rio, entre a livraria Berinjela, a Cinelândia e um pé sujo ali perto do Rival. Eu, Carlito Azevedo, Chacal, Marília Garcia e Angélica Freitas lemos alguns uns poemas.
Não consegui ler sério neste vídeo. Até porque tava didimocolizada. Era um lindo sábado de sol na Janeth, eu estava na companhia do Jura, do pessoal da pesada e de alguns engradados de cerveja. Certamente é a minha melhor performance. E eu a ofereço pra grande Maísa, “to ruim, to ótima”.




