Archive for the ‘clipping’ Category
BALA OITO
CORONÉIS E JAGUNÇOS
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Lanço amanhã na rua da moeda o livro RAPAPÉS E APUPOS, pela editora Moinhos de Vento.
Mas como para todo título de livro sempre há um segundo título, podemos chamar também de CANAPÉS e ABUTRES.
É um livro que gosto muito, com poemas que nunca publiquei.
Mas antes de tudo isso vou comer com muita honra iogurte com farinha.
COMPRE ESTA REVISTA
Não compra não que ela é DIGRASSA.
E vai ser lançada na FLIP. Não sei se hoje ou amanhana ou depois e depois.
Ela é como a Wanderléa em 1972. Ou seja, maravilhosa.
Tem um texto meu sobre ESCRITORES PUNHETEIROS.
Mentira, é sobre a relação obscênica dos escritores com a velha mídia.
Ou seja, a internet.
E você que curte uma beleza com cheiro de orelha, tinta e lombada, dê uma passada na exposição do Tomás com fotos dos escritores e poetas mais brotos de Pindorama:
Terreno baldio
Cosmorama, Guadalupe, Sangue Areia e Pombal
Primeira parte da nossa apresentação (eu, olivia araújo, gabriel pardal e dugueto shabazz) no projeto autores em cena, de marcelino freire.
Itaú Cultural, maio de 2010, os outros vídeos estão aqui.
PESO PENA
AuTORES EM CENA
A apresentação dos poetas (eu, Dugueto e Pardal) vai ser no domingo.
Somos dirigidos pela sensa Olívia Araújo.
Infos completas aqui.
La nouvelissime littérature
O jornalista Bolívar Torres (Caderno B – Jornal do Brasil) começou a editar há um mês um blog/revista de literatura e poesia brasileira pra França (em francês), um dos países da Europa que menos publicam escritores brasileiros: “O brasilianas talvez contribua para a penetração da nossa literatura por lá. A ideia é falar sobre autores e tendências, a literatura como espelho da nossa cultura, costumes, história, etc, algo que dê um panorama do nosso país, sem os exotismos e clichês mais comuns lá fora.”
Semana passada começou a série de perfis/entrevistas com poetas, e o primeiro foi sobre o meu trabalho – La nouvelissime littérature – sobre os dois livros, uma minibio, citações e detalhes sobre a escritura do Balés.
Les vers de Bruna reproduisent, en version 2000, cette espèce de « douleur joyeuse » tant chantée par Vinicius de Moraes durant la période dorée de la culture et du development économique du pays. Quelque part entre la tristesse blasée et les jubilations fugitives, ils trouvent leur meilleure expression avec son second recueil de poèmes, Balés (Ballets), portrait doux-amer d’une jeunesse qui a tourné le dos aux grands projets de vie.
Entrelinhas – TV Cultura – programa exibido no dia 27.12.09
REVOLUÇÃO ÍNTIMA
Eu acho que nenhum retorno pode representar uma alegria superior a de receber um e-mail de uma professora do primário que marcou minha formação, e que eu não via desde que 1993 acabou, dizendo que hoje ela dá aulas de literatura na Favela da Maré, no Rio de Janeiro, e que levou A fila pras aulas que deu de poesia contemporânea.
Isso já bastaria.
Por ela ter lembrado de mim. Por ser alguém que me mostrou várias coisas das quais me lembro até hoje. Porque agora ela tá estudando, com outros alunos, dezoito anos depois de nossas aulas, o que eu escrevi. Por ser uma nova geração de leitores. Pela poesia sendo lida enquanto é feita. Porque chegar num colégio público da Maré, aos 25, é muito mais legal do que chegar ao Sion depois de morta.
Mas, além de tudo isso, ela disse que o livro foi sucesso e furor entre os alunos. E agora eu quero ir lá falar com eles.








![Diário de Pernambuco [03.12.10] Diário de Pernambuco [03.12.10]](http://farm6.staticflickr.com/5127/5261924892_e11f40db5d_t.jpg)