Archive for the ‘caderno preto’ Category
Noves fora zero
Prova dos nove
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Prova dos nove (ou noves fora) é um teste de validade para o cálculo manual de somas, subtrações, divisões e multiplicações de números inteiros. Utilizando-se apenas dos dígitos de entrada e saída do cálculo, a maioria dos erros acidentais serão notados. Devido à sua facilidade de uso, é passível de utilização por crianças na escola, mesmo que sem compreender suas bases matemáticas.
Se x e x’ (respectivamente, y e y’) têm o mesmo resto módulo 9, então x + y e x’ + y’, x - y e x’ - y’ e x × y e x’ × y’ também o têm.
O truque é que existe uma forma simples de calcular o resto de uma divisão de qualquer número por 9, baseado no seguinte teste: a soma dos dígitos de um número inteiro na base decimal tem o mesmo resto em sua divisão por 9 que o próprio número. Logo os dígitos do número original podem ser adicionados para se obter um outro número, e então repetidamente até que se chegue a um número com apenas 1 dígito, que é necessariamente o resto da divisão por 9 do número original.
Este método leva este nome pelo fato que os números 9 podem ser ignorados nas somas, já que eles são o mesmo que 0 quando do cálculo do resto da divisão por 9.
Consideremos 19786901 × 8098678443. O resultado é 160247748582475143, mas é muito provável que um erro seja cometido quando o cálculo é feito à mão, a menos que seja prestada muita atenção. Vamos então aplicar o processo da soma dos dígitos:
19786901 ⇒ 41 ⇒ 5
8098678443 ⇒ 57 ⇒ 12 ⇒ 3
160247748582475143 ⇒ 78 ⇒ 15 ⇒ 6
5 × 3 = 15 ⇒ 6 CQD.
Utilizando-se a técnica dos noves fora:
19786901 ⇒ 23 ⇒ 5
8098678443 ⇒ 48 ⇒ 12 ⇒ 3
160247748582475143 ⇒ 78 ⇒ 15 ⇒ 6
5 × 3 = 15 ⇒ 6 CQD.
Se o resultado fosse discrepante, concluiríamos que um erro fora cometido. Todavia, alguns erros, como por exemplo a falta de um ou mais dígitos cuja soma seja múltipla de 9, não alteram o resultado final do módulo. Isto faz com que um resultado correto da prova dos nove não garanta que o cálculo esteja correto. Esta técnica é útil para apontar a maioria dos erros aleatórios, mas não todos.
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A alegria é a prova dos nove mermo? Por quê?
cruzadinhas
Japa Tratante, a PROPOSTER mais PUREZA da Alemanha Oriental.
Alvorada II
Em resposta a TEORIA DOS LIMPADORES DE PÁRA-BRISA, a Malg comentou sobre a TEORIA DA BACIA:
“Trata-se de uma simples aplicação de leis elementares da Física a relacionamentos amorosos. Imaginem vocês uma bacia cheia d’água. Dela se aproxima um Elemento A que, abruptamente, tentar puxar, com as mãos, a bacia com a água para junto de si. O Elemento A consegue a bacia, porém, a água, seguindo o princípio fundamental da Física, vai para o lado oposto, afastando-se do Elemento A.
Imaginem agora outro elemento, chamemos de Sujeito B, que também se aproxima da mesma bacia e, ao invés de tentar trazê-la para perto, disfere um potente chute tentando mandar a bacia cheia d’água para longe dele. Assim como ocorrera com o Elemento A, o Sujeito B consegue realizar apenas parte de seu objetivo, já que a bacia vai para longe, mas a água, devido à força do chute, volta contra ele, molhando o seu estimado corpo.”
Couvert
“Quem são as pessoas que você realmente ama? Quem são as pessoas que não te fazem nenhum medo? Que não te fizeram medo nem no princípio, lá onde tudo deve, forçosamente, ser medo? Quais as pessoas que ainda não te partiram a cara em duas? Que não te acertaram um uppercut enquanto acenavam, distraídas, para o garçom? Por quem você esperaria num parque, numa manhã de inverno, com o mundo inteiro em volta exigindo explicações? Quem? Quais?”
Jurandi e um pedaço da Introdução ao Baile
HP
Before They Fall
Before they fall
The obese stars
Dumb stones lumps of light
Before they gasp before they
Before they gasp
And spit out their last blood
Before they drop before they
Before they drop
In spikes of frozen fire
Before they choke before they
Before they choke
In a last heartburn of stunk light
Let me say this
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Poem
(..)
Nosing each other,
We can’t see straight,
But blindly stare through each other
To our footprints behind us,
Or rather, mine behind him
And his behind me.
But behind us both
(And this is the rub)
Stands another, a stranger,
Who observes us bleakly,
But without rancor.
We stop dead,
Locked in different vintages of gangrene.
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The Ventriloquists
I send my voice into your mouth
You return the compliment
I am the Count of Cannizzaro
You are Her Royal Highness the Princess Augusta
Im am the thaumaturgic chain
You hold the opera glass and cards
You become extemporaneous song
I am you tutor
You are my invisible seed
I am Timour the Tartar
You are my curious trick
I your enchanted caddy
I am your confounding doll
You my confounded dummy.
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Harold Pinter – Collected Poems & Prose [1978]
janta
Não tem como ouvir o NÓS do Camelo sem repetir a JANTA.
É tão lagriminha, tão casinha, tão varanda, tão jardim.
E também tão malas, tão plataforma de embarque, tão chorinho de janela, tão correios.
Resumindo: pureza.
moscas no cinema
moscas de montar
Poesia é brinquedo de palavras. Quem foi que disse isso mermo? Não lembro, mas quando li fez total sentido pra mim.
Então, continuando a missão EXERCÍCIOS DE PUREZA, a pat transformou as duas estrofes mais quadradocirculares do poema moscas num dadinho de montar.
:: BLISS::
Subi o arquivo pra quem quiser baixar, imprimir, recortar, montar e brincar também.
Outono-Olaria
Os motivos que levam alguém a deixar um lugar, os amigos ou um bando de barbudos não estão em folhetos (muito menos nos amarelos). São segredos tão estranhos que a gente mesmo se confunde e nunca sabe direito onde moram, se em cima de uma cadeira verde e lustrosa, se dentro de uma gaveta ou na barriga de algum pássaro empalhado da sala de visitas. Nem quando podem aparecer, a gente nunca sabe.
(…)
E aposto três tampinhas de garrafa pet, das coloridas, que essa decisão de ir embora é como ser empalhado: o tipo de coisa que não se faz.
(…)
Se fosse empalhado, porém, não prestaria mais pra nada. Ficaria distante e sozinho – a morte abre um buraco que o amontoado de palha trata de tapar, entupindo tudo lá dentro. Por isso, porque não queríamos ser empalhados, é que esvaziamos a casa da árvore.
(…)
sugaree
Tentando achar um vídeo da Elizabeth Cotten cantando Shake Sugaree, música que eu conheci há muitos anos na versão da Mary Lou Lord com o Elliott Smith, achei várias outras versões que não a dela: Fred Neil, Devendra Banhart etc outras bandas country blues.
Mas nenhuma conseguiu barrar essa versão caseira:






![Diário de Pernambuco [03.12.10] Diário de Pernambuco [03.12.10]](http://farm6.staticflickr.com/5127/5261924892_e11f40db5d_t.jpg)