Orélhice
A Hélice, que tá com o primeiro livro pra sair em breve – Dobradura – me deu a tarefa e o presente mais difícil de receber: pediu que eu escrevesse a orelha.
Tremendo, mas filisdavida, aceitei. Tá em processo. É um misto dos dois poemas que eu escrevi pra ela – o poema para encorajar hélices e o paladar – com outras coisas.
E como a primeira orelha a gente nunca esquece, esforçando-me-ei estou.