Amor amor meu big amor
eu dizia shazam e tu não me ligavas
pus Mandrake a seguir-te hábil nos truques
e tu não me ligavas
em qualquer planeta verde e avançadíssimo
tu não me ligavas
estendi o meu braço Homem de Borracha até S. Martinho do Bispo
e tu não me ligavas ponta nenhuma
tu querias era casar na Sé Nova
branquingénua abusar do meu livre alvedrio
fiz-te pois um manguito do tamanho dum choupo
e cá estou pai de filhos um bocado estragado
mas não por tua causa que já não existes
ó sombra de sombra à esquina da farmácia.
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Fernando Assis Pacheco
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Conheci esse poema, que leio todos os dias desde que o li a primeira vez, pelo Jura. Ele me chamou pelo braço no meio duma festa, na qual nos encontramos sem marcar, e me mostrou. A Endje tinha postado no blog da Modo de Usar e eu não tinha visto antes lá. Lamento todos os dias que passei sem lê-lo.
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One Comment
genial!
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