Archive for November 2007
LALALALaáááááááá
Não rola o embed do DivShare aqui.
Queria colar o código dum player que desse prouvir direto.
Mas, não rolou. Esse WP só me fode.
::
Então, só baixando.
Tout L’amour com a Caterina Valente:
http://www.divshare.com/download/2948219-d5e
::
Um presente da Rosala
citypieces
embora eu ainda não sinta falta do hills, toda vez que caio mais pro lado de lá da dutra sinto um vermelho antigo voltando pro meu rosto.
como se eu tivesse ímãs na testa, e esses ímãs atraíssem tudo que já foi um dia e mudou de lugar, vem o calor das lembranças.
é sempre estranho voltar lá. é sempre estranho “voltar”, na verdade, ainda mais quando se acabou de sair.
ontem acordei com aquele verso do oswald d’andrade na cabeça:
“o brasil é uma república federativa cheia de árvores e gente dizendo adeus”
colei isso no êxodo rj-sp (ou o êxodo brasilinteiro-sp) e ficou assim:
“o rio de janeiro é uma cidadezinha cheia de árvores e gente dizendo adeus”
todo dia tenho notícia de mais alguém que tá se mudando pra cá.
daqui a pouco vem o cristo redentor.
Pancinha
ESQUICID
dizer que essa festa aí dibaixo, a Quarta Acasos, é pra comemorar
duas coisas:
1. o encerramento do
PRIMEIRO POPULAR SESC-SP DE RUÍDO & LITERATURA
projeto itinerante do Paulo que fecha com
dia 28: Paulo Scott (RS) & Daniel Galera (SP);
Frank Jorge (RS) & Mauro Dahmer (SP);
Sérgio Mello (SP) & Marcello Amalfi (SP);
Marcelo Montenegro (SP) & Fábio Brum (SP);
Rodrigo Penna (RJ) & Luciana Pessanha (RJ).
Grátis, 19h30,SESC Consolação
2. a estréia da peça “O Natimorto”, do Lourenço Mutarelli
Adaptação e Direção do Mário e Assistência da Fernanda
Elenco: Maria Manoela, Nilton Bicudo e Martha Nowill
Sesc Consolação – Ter. a qui.: 21h
Até 20/12. 80 min. 14 anos.
Ingr.: R$ 5 a R$ 20.
::
Aviso logo que só vou tocar Nelson Ned. Pra galera dançar agarradinha e dijuelho.
Patrícia Poeta
Essa Çampaula é muito cínica.
Fica tudo preto, os trovões bravateiam, cai o teto, molha tudo.
Trinta minutos depois vem o sol como se nada tivesse acontecido.
fernandopessoazando
a saudade é intransitiva
não consigo transmiti-la
do jeito que sinto
nasceu sem par e não há
o que a complemente
a saudade rasga.
::
Prus meus poucuuush e quiriiiduuush amiguuuush carióoocash
(Do fundo do) Âmago Perplexo
Di Profundis, do Oscar Wilde, que a Fabrícia me obrigou a ler e que eu to lendo, me agonia pra caralho.
A carta, escrita ainda na prisão (ow foi preso por acusação do pai do pivete Lorde Douglas de que eles tinham um chamego) tem trechos desconcertantes de tão poéticos.
Mas, na maior parte do tempo do até agora que eu li, é só o Wilde jogando na cara do Pivete Douglas (que de tão pivete poderia se chamar CLAYTON), o quanto ele viveu na aba dele.
Tag RANCOR.
E ainda o jogou na prisão!
E ele continuou querendo mais!
Na minha terra, mais conhecida como Hills de Janeth – Goanabara – Braziu, o nome disso é Mulher de Malandro.
cumeu da minha cumida
bebeu da minha bibida
abusou do meu prestígio
social
e não quis
meu amor, não me deu
o seu, fez o sol nascer
quadrado
é como eu resumo o ow falando do Pivete Douglas.
Na leitura contemporânea, o Bonde de Rolê, vingativo, ensina a dar o troco:
“meu tabaco você fuma, minha florzinha você rega, o que nunca vai fazer é tocar nas minhas pregas”
Vou terminar de ler o livro.
Sheyligna
É com EMOSSÃO e orgulhos que anuncio que o TÁ ganhou o prêmio de melhor curta de ficção do festival mix brasil.
Sholl vai levar o troféu coelho de prata pra casa.
Rumo ao Bambi de Ouro!
aquilo que perifericamente nos cerca
o horizonte – a linguagem – o cabo
da boa esperança
nos situa
adiante
um palmo depois
dos sapatos.




